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EXPECTATIVAS E REALIZAÇÕES DOCENTES
Ao matricular-me no curso DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR no ICAT/UDF, em agosto de 2008 minha expectativa era somente aprender alguns modernos métodos docentes. Nada Mais. A professora que se apresentou corresponde fisicamente ao que esperava encontrar: baixinha. Grande, como constatei ao longo do curso. Gigante, ao final. Ensinou-me muito, ensinou-me a conviver com opiniões antagônicas, a identificar métodos, tendências e didáticas pedagógicas, conteúdos curriculares, formas avaliativas e outros recursos aplicados em sala de aula e escolas. Tem a exata medida dos sábios: discrição, conteúdo, autocontrole, naturalidade, tolerância, respeitabilidade, meiguice e outros atributos que ultrapassam minha capacidade analítica. Convido os demais que também a conhecem, somarem-se a mim nessa árdua tarefa de adjetivá-la. Deixo a ela, minha gratidão eterna e meus agradecimentos sinceros pelos momentos que me proporcionou crescer um pouco mais, conhecer um pouco mais, amar um pouco mais. Almas como ela somente se conhece com a autorização do Criador. É um presente. Hoje acho que sou um pouco professor, graças à Mestra e Doutoranda Professora ELIZABETH DANZIATO REGO. Muito obrigado, de coração. Que o Pai Celestial a cubra com Suas bênçãos eternas.
Escrito por gildasio holanda às 15h37
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AVALIAÇÃO ESCOLAR A avaliação deveria ser o ápice do processo de aprendizagem empreendido pelo aluno, momento em que exporia os conteúdos aprendidos, porém, sempre dentro do contexto humano constituído por corpo, alma ou mente, e espírito, portanto, cheio de afetividades que se somam aos saberes escolares buscados em instituições públicas ou particulares.Essa excepcional condição deveria ser considerada pelas instituições de ensino, vez que ao final de cada avaliação, dependendo do resultado anunciado cresce ou diminiu a estima do aluno em relação aos seus semelhantes. Assim, o processo pelo qual a escola checa o conteúdo transmitido deve considerar também o patrimônio construído pelos valôres familiares e sociais que formam o ser humano submetido à avaliação
Escrito por gildasio holanda às 21h13
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DINHEIRO NÃO COMPRA EDUCAÇÃO  
DE QUALIDADE
Bob Krist/Corbis/Latinstock
Mongólia é o país que mais gasta com educação em proporção do PIB
É incrível como a partidarização política no Brasil emporcalha qualquer assunto, mesmo aqueles muito importantes para o ser humano, como a educação, por exemplo. Sindicatos laborais adoram malhar o sistema capitalista, mas na hora de pleitear melhoria profissional não fazem campanhas em defesa da atmosfera, da família, da escola, ou da aprendizagem. Nossos educadores esquerdistazinhos vermelhinhos somente pensam e agem pensando no próprio bolso, no melhor estilo capitalista. Tiram máscara de idealistas educadores e se revelam na pior forma do sindicalismo que é o que prega a greve antes de tudo, não se importando com os prejuízos causados aos alunos, seus familiares e a sociedade em geral. Gustavo Ioschpe, especialista em educação, escreveu excelente matéria para a revista Veja em que expõe o demagógico comportamento dos nossos professores e educadores públicos de forma geral, ao defenderem melhorias no ensino. Dedicam-se geralmente em garantir vantagens pessoais prioritariamente, usando a educação como mera coadjuvante dos ditos “movimentos da sociedade civil organizada”, que é a forma mais rasteira de comunismo. É o comunismo com vergonha de mostrar sua verdadeira face, assim apresenta-se como “socialismo”.
Escrito por gildasio holanda às 19h31
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A LIÇÃO DO PIAUÍ
No Brasil quando se fala em sucesso desenvolvimento e riqueza nos lembramos do sul. Pobreza, atraso e fracasso, do nordeste. Foi sempre assim, tanto que boa parte dos nordestinos desde que nasce sonha ir para o sul, estudar, trabalhar, ganhar a vida, apesar de nunca tirar o nordeste do coração.
Jamais se imaginou que estaria no nordeste, mais precisamente no Piauí uma escola modelo. Pois é, aplicado a quase três milhões de alunos Brasil afora o exame do ENEM/MEC obrigou a todos reverenciarem Sua Excelência o INSTITUTO DOM BARRETO, escola particular que fica em Teresina, PI. Essa escola obteve a melhor avaliação do país, por aplicar idéias, métodos e equipamentos de ensino utilizados em escolas de países como Finlândia e Coréia do Sul, onde estão as melhores escolas do mundo, segundo o relatório PISA. O segredo? Simples, metas curriculares bem estabelecidas, professores preparados para executá-las e sistema desenhado para cobrar resultados de todos os envolvidos no processo educacional ou seja, a direção da escola, o corpo docente e o discente.Alí os professores são preparados para ativar o DNA do saber latente em todo aluno.

A escola campeã no ranking do MEC segue uma cartilha que deu certo em outros países: investe nos professores
 Monica Weinberg e Marcos Todeschini
Escrito por gildasio holanda às 18h53
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O BRASIL NO RELATÓRIO PISA.![[pisa.jpg]](http://1.bp.blogspot.com/_KN6zECtmF2g/SOlOX7LiFGI/AAAAAAAAAAc/kUvEAtSLzO0/s1600/pisa.jpg)
PISA é um programa internacional de avaliação comparada do desempenho de alunos na faixa de idade dos 15 anos, teóricamente fase em que se dá o término da escolaridade básica obrigatória, é patrocinado pela OCDE, organização que reúne as trinta nações mais desenvolvidas. Na opinião do atual diretor ANDREAS SCHLEIDER, em entrevista concedida à revista VEJA mês passado, o Brasil continua não se saindo bem, apesar dos tímidos avanços constatados entre as avaliações periódicas. Isso porque, em sua opinião, nosso país ainda aplica métodos educativos arcaicos, focados na decoração de matérias que não se comunicam, em detrimento do raciocínio e da lógica associativa que estabelece links entre todas as áreas do saber. Ou seja, em nosso país o aluno não é preparado para o mundo real. O foco da educação é sempre pretérito, a base é sempre o passado, quando deveria ser o presente e o futuro. Deveriam ensinar o aluno a utilizar a interação disciplinar como método de aperfeiçoamento do conhecimento. O saber é holístico e não excludente, integra todas as disciplinas e interage com o universo, viaja no espaço e no tempo integrando-se na dinâmica universal.
PISA 2003 - Distribuição das escolas por região (com base no Censo Escolar)

Escrito por gildasio holanda às 18h13
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PEDAGOGIA DA AUTONOMIA (PAULO FREIRE)
Muito embora seja crítico de ideologias radicais de direita e de esquerda, pois somente entendem a sociedade sob tal visão bifocal e desprezam a rosa dos ventos que mostra quatro diferentes ângulos do universo, de quando em vez abro exceção, concordo, defendo idéias, conceitos e até atitudes de obstinados que advogam seus pensamentos ferrenhamente. Fato é que algumas dessas figuras sempre alteram a realidade de todos nós. Paulo Freire é um desses ícones, que saiu das savanas de Pernambuco para revolucionar a educação mundo a fora.
Pode-se identificar a essência da sua obra em duas de suas manifestações: “ao afirmar que é imprescindível a autonomia do educando”, e que “educar não é transferir conhecimento”, mas provocar no aluno atitude crítica sobre conteúdos, métodos, ferramentas e educadores, despertando a vontade de aprender, é desenvolver atitude crítica.
Fórum Paulo Freire: Imagens do 1° dia
1a Conferência - Globalização e os desafios da educação libertadora
Cerca de 700 educadores(as) do Brasil e de outros países lotaram os auditórios do Tuca e Tucarena.
Da esquerda para a direita: Mario Sérgio Cortella, Antonio Teodoro, Ladislaw Dowbor, Luiza Cortesão, Carlos Alberto Torres, Lauren Jones e Benno Sander.
Atividades Culturais - Peça de Teatro
Sobre sonhos e esperanças espetáculo inspirado na obra de Paulo Freire Companhia Arte Tangível
Escrito por gildasio holanda às 11h56
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ENSINO SUPERIOR NO BRASIL
O governo brasileiro historicamente tem sido reprovado no quesito investimento em educação, pois investe mal e administra pior ainda o pouco que é investido. Basta ver o site do MEC, confuso, retalhado, parecendo obra de garoto pré-alfabetizado naquela fase de lápis de colorir e papel branco nas mãos fabricando rabiscos que denomina mamãe, papai, rex, etc.
Para se ter idéia desse quadro basta comparar o porcentual do PIB investido pelo nosso governo ao que é realizado em outros países que conseguiram vencer o atraso não somente na educação, mas que conseguiram por intermédio da educação conduzir a sociedade como um todo ao desenvolvimento:no Brasil pouco mais de 5% do PIB, enquanto que Finlândia e Coréia do Sul por exemplo investem mais de 7%. No entanto a maior dificuldade do ensino no Brasil é que o ensino é ideologizado e os professores via de regra, também. Assim, as verbas que deveriam instrumentalizar a educação são prioritariamente destinadas para pagamento de salários, que por sua vez tem parte depositada nos cofres dos partidos políticos de esquerda. Essa regra infelizmente desvia o foco da educação para a política partidária transformando as escolas em reféns de ideólogos ligados a matrizes internacionais que desejam ver nosso país na eterna condição de “país do futuro”, sem lá jamais chegar. Exemplo? CUBA, que alardeia altos índices de desenvolvimento educacional e médico, porém todos morrem de fome, de frio, de calor, de desemprego, de doenças mesmo, de falta de moradias, de calçados, de roupas, de conforto, de liberdade, mas que fazem chorar de emoção parte dos políticos do nosso país, inclusive o atual presidente da república sempre que se encontra com o sanguinário e covarde Fidel Castro, comparsa do não menos igual Che Guevara.
No entanto, apesar dos maus dirigentes pouco a pouco somos beneficiários das informações que de fora nos chegam por intermédio das diversas ferramentas que a modernidade nos transmite, e assim, mudanças vão ocorrendo, lentamente, mas ocorrem. Exemplo desses bons programas governamentais como o FIÉS, que desde a década de 80 tem permitido que alunos pobres acessem as universidades particulares financiando o curso que será pago após a graduação, o PROUNI que destina bolsas de estudo e interage com as empresas permitindo deduções via incentivos fiscais, e REUNI que visa a reestruturação e expansão das universidades federais. Pena que no rastro do desenvolvimento, governantes autorizem funcionamento de escolas sem critérios eficientes de avaliação, pelo simples desejo de aumentar estatísticas e assim a comprometendo a qualidade do ensino pela má qualidade das instituições.
Escrito por gildasio holanda às 11h18
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EDUCAÇÃO CONTINUADA AO LONGO DA VIDA
José Armando Valente oferece texto altamente esclarecedor aos que ainda não tiveram oportunidade de conhecer assunto tão relevante para a formação escolar em qualquer lugar deste mundo, nos dias atuais. Aliás, não somente importante, mas indispensável a todos os que buscam o saber e a formação educacional. Da sua leitura, conclui-se que vivemos literalmente a era do saber e que tecnologias têm sido desenvolvidas para tirar o homem do estágio de simples receptor de informações para transformá-lo em agente ativo do processo de formação espiritual, mental e intelectual, interagindo, tirando-o da condição de simples consumidor do conhecimento. Alerta-nos para o deslocamento do centro do saber que até pouco tempo atrás era privativo das escolas para a disseminação do saber, vinculado às modernas ferramentas como internet, bibliotecas virtuais, chats, blogs, weirelles, telefones celulares, etc..
Tal procedimento leva à conclusão que o aprendizado além de não mais se encontrar concentrado em locais físicos obriga o homem contemporâneo a conviver em permanente estado de interação com o estudo e a educação, desde o nascimento até sua ida para outro plano.
Escrito por gildasio holanda às 10h38
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O SORRISO DE MONALISA
O filme “O Sorriso de Monalisa” protagonizado pela bela atriz Julia Roberts, retrata as condições sócio-econômicas, educativas e culturais dos EUA do pós-guerra, época em que o mundo buscava novos caminhos para velhas contradições: desenvolvimento econômico, pluralidade de pensamento e estabilidade social. Tendo sido consagrado o grande libertador do mundo subjugado por Hitler e seus aliados, os Estados Unidos passaram a dividir com a União Soviética o comando do mundo, assumindo a parte político, social e legalmente livre. Tal situação deslocou o eixo cultural, até então centrada na cultura européia para os novos centros de ensino que floresciam na América do Norte. Um dos principais ícones da nova geração educadora era a Universidade de Berkeley, Califórnia, local aonde a tradição era formar mulheres para serem boas e exemplares esposas, mães de família e donas de casa. Assentada nessa condição ortodoxa instruía a nata da sociedade conservadora americana, até que se viu forçada a modificar sua ritualística ao admitir jovem professora que aplicou heterodoxo choque metodológico, inicialmente sentido pelo corpo discente acostumado aos tradicionais métodos de ensino, e posteriormente pela direção da instituição, o que culminou com sua demissão. Como conseqüência ocorreu manifestação das alunas externando apoio à mestra significando aprovação aos seus métodos de abordagem no ensino e colocando em cheque as tendências pedagógicas utilizadas pela famosa universidade. Paralelamente à manifestação das alunas constatou-se aumento do número de matrículas indicando que as tendências pedagógicas progressistas iam ao encontro dos paradigmas buscados pela humanidade naquele momento. Assim, a direção repensou sua posição e estrategicamente recuou, convidando a professora Katherine a retomar seu lugar no corpo docente, entretanto estabelecendo condicionantes. O convite foi declinado, pois a mestra entendeu que já havia semeado a visão progressista e naturalmente o tempo se encarregaria de fazê-la frutificar, e caso aceitasse retornar sob condições, estaria submetendo-se a métodos que já não mais faziam parte do seu ideário e do seu comportamento.
    
   
Escrito por gildasioholanda às 16h12
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